Coronavac é eficaz contra variantes do coronavírus, aponta estudo do Butantan

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Imagem: Divulgação/Instituto Butantan

Dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Instituto Butantan apontam que a Coronavac é eficaz contra as variantes P.1 (amazônica) e P.2 (Rio de Janeiro) do coronavírus.

O estudo está sendo realizado em parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), e incluiu as amostras de 35 participantes vacinados na Fase 3 do Butantan.

A pesquisa avalia se os anticorpos gerados em decorrência da vacina vão neutralizar o coronavírus – e isso inclui o vírus de referência e as variantes P.1 e P.2 (ambas têm mutação E484K presente na variante B.1.351, detectada na África do Sul).

Em todos os testes, segundo o Butantan, foi utilizado o vírus “selvagem” (wild-type), ou seja, coronavírus íntegros com potencial de causar a infecção. Os testes são realizados em um laboratório de biossegurança de nível 3, que é destinado ao trabalho com microrganismos da classe de risco alto.

Conheça as variantes

P.1
Conhecida como a variante amazônica, a P1 recebeu a classificação de “Variante de Preocupação” da Organização Mundial da Saúde. Ela apresenta 20 mutações e é apontada como causadora de reinfecção em Manaus.

P.2
Emergiu no Rio de Janeiro e já se espalhou por diversos estados, incluindo São Paulo, Paraná e Bahia. Também foi detectada no Reino Unido, Canadá, Argentina, Noruega, Irlanda e Singapura.

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